“As primeiras videiras de Moscatel entraram ao que parece na Península de Setúbal, pelo núcleo Romano de Tróia onde aportavam os navegadores de então, Fenícios e Romanos, que cabotavam na Bacia Mediterrânea.
Também noutras paragens, Egipto, Grécia, Itália, França e Espanha eles haviam introduzido esta Casta cuja origem se crê “Caucasiana”.
Pela excelente adaptação quer dos solos ricos e calcários da encosta da Arrábida, quer as areias frescas dos plainos baixos de além Setúbal e Palmela, disseminaram-se nessas zonas passando assim a ser objecto de desvelo dos vinicultores.
Gozando da intensa luminosidade da região, as videiras de Moscatel estendem os seus braços tortuosos ao sol, que as enche de folhas e de cachos doirados, com grossos bagos carnudos e aromáticos que o labor do homem transforma em mosto e a sua paciência e arte, convertem num dos mais nobres e apetecidos vinhos licorosos do mundo.
É este vinho generoso um dos melhores tesouros da nossa terra.
Bebamos pois à glória do Moscatel de Setúbal.”
JMF
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Parabéns pelo vosso projecto. Belas palavras sobre o Moscatel de Setúbal.
ResponderEliminarForça com os Vinhos de Palmela. Capital do Vinho.
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